Delenda est Carthago
Ao contrário de alguns senhores que tem o seu retrovisor do
passado embaçado ou simplesmente esquecido, eu como professor e historiador,
tenho a História como referencial para todos os meus atos presentes.
Ao criar o meu blog: estaeaminhareceitadilmareeleita lembrei
de certo senador romano que ao terminar os seus discursos sempre finaliza com a
frase: Delenda Cartago.
Roma foi um Império por mais de mil anos e Cartago como
sugeria o meu grande mestre foi destruída e o Mar Mediterrâneo se transformou em um Mare Nostrum.
Contei essa história apenas para reforçar a minha conclusão
de que as idéias e as palavras, obviamente aliadas a ações, são uma força de
grande transformação e o que de tanto repetir, dizer, falar e postar, o verbo
se fez Deus.
Tenham todos um ótimo final de semana e lembrem-se do meu
recado:
A fonte ou origem da idéia:
Delenda est Carthago
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Catão,
o Velho (234-149 a .C.),
o mais persistente proponente no Senado
romano da destruição total de Cartago, e a pessoa mais associada com a utilização da frase
(dentro ou fora de seu contexto) Delenda est Carthago.
Localização de
Cartago no norte da África.
Ruínas de
Cartago.
"Ceterum censeo
Carthaginem delendam esse" ou "Ceterum autem censeo Carthaginem delendam esse" (em latim,
"Portanto, creio que Cartago deve ser destruída"), costumeiramente
abreviada pra "Ceterum censeo", "Carthago delenda
est", ou, mais frequentemente, "Delenda est Carthago"1 ("Cartago deve ser
destruída") é uma frase célebre da oratória latina cujo uso se
popularizou na República Romana, no século
II a.C., durante os últimos anos das Guerras
Púnicas, travadas por Roma contra Cartago,
especialmente pelos membros do partido político que visava eliminar qualquer
ameaça à República Romana de seus velhos rivais cartaginenses, que haviam sido
derrotados anteriormente por duas vezes e tinham uma tendência a reconstruir
rapidamente suas defesas após cada derrota militar. Simboliza uma política de
aniquilação dos inimigos de Roma que se envolvessem em quaisquer atos de
agressão, e a rejeição de tratados de paz como uma forma de dar um fim a
conflitos bélicos. A frase é lembrada por ser proferida frequente e
persistentemente, de maneira quase absurda, pelo senador
romano Catão, o Velho (234-


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